Monologo Primeiro
Deitada na cama.
O sol entra pela janela e aquece-me o quarto. Passam-me mil e uma coisas pela cabeça e por entre rajadas de memorias, lembranças, pensamentos, vem ao cume uma conversa que tive ontem á noite.
Sempre ouvi dizer que “ nem tudo o que parece é “. Cada dia que passa tenho mais consciencia disso. Resumindo: apesar de viver-mos num mundo de aparencias, o inaparente é o mais certo. Estamos inseridos num quotidiano que revela muito pouco a sua identidade...ou não. Podemos ve-lo de muitas prespectivas, no entanto culmina sempre no mesmo “ aparente “ potencial enganador da nossa ingenua mentalidade de seres pouco vividos que enchem a boca para falar silenciosamente “ da voz da experiência”.
Acredito pouco nas pessoas, ainda para mais quando sinto que a maior parte delas quer seguir lemas e formas de estar ( que não são o delas ) como subterfúgio do medo que têm dentro de si.
Eu não sou assim.
Já me enfiei de cabeça e bati com ela. Sentei, Sofri e chorei. Todavia sou assim...transparente, sincera. Tenho uma forma de estar diferente no habitual, provavelmente é essa a razão pela qual grandes amigas me criticam. Sou espontanea, apaixonada. Gosto das coisas que me fazem sentir bem e, por mais pequenas que sejam, dou-lhes imenso valor. Ja ouve tempos em que o meu coração falava acima de qualquer razão, agora andam em sintonia. Á medida que o tempo passa sou mais ponderada mas nunca deixando de parte a minha verdadeira essência. Apaixonada pelo que me faz sorrir, feliz, pelo que me completa e me faz crescer.
Este foi o tema da minha conversa.
Porque é que as pessoas tendem a por de parte coisas que as podem fazer felizes, mesmo que primeiramente sintam receio? Será que não ficam com a mesma sensação de insatisfação com que fico? Por exemplo, a sensação de jogar pelo seguro. ( imaginemos...não vou fazer isto pq não devo...embora possa!) Ora caramba.... não falo em roubar, matar, fazer mal a alguém mas, na verdade, até isto se pode fazer! Negar o que nos pode fazer feliz não é um acto ético...é um acto estupido! Roubar, matar, querer mal ao outro...isso sim é por em relevo toda a ética apreendida por nós.
A vida só se vive uma vez. Se formos passar a vida toda a afastar as coisas que não temos a certeza absoluta que não nos vao magoar, vamos ser uns frustrados pois vamos acabar por por de parte todas as coisas de que provém o nosso espanto. O espanto pela vida. Se nos mantivermos constantemente abertos á ideia de vermos a vida de maneiras novas, vamos acabar por ir de encontro com todos os milagres que estão á nossa volta. Quanto mais abertos estivermos, melhor vemos o que está em nosso redor.
Gosto e quero pensar que é assim que a vida tem de ser vista. Como uma Coisa Boa que só nos traz coisas boas e, se algo de mal vier pelo caminho ainda vou mais além: “O que não nos mata, torna-nos mais fortes” logo, para quê tanta dúvida, medos e recalcamentos? Como li um dia :
“ Fica quieta, em silêncio. Ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te e vai onde ele te levar”. Susana Tamaro, vai onde te leva o coração.
O sol entra pela janela e aquece-me o quarto. Passam-me mil e uma coisas pela cabeça e por entre rajadas de memorias, lembranças, pensamentos, vem ao cume uma conversa que tive ontem á noite.
Sempre ouvi dizer que “ nem tudo o que parece é “. Cada dia que passa tenho mais consciencia disso. Resumindo: apesar de viver-mos num mundo de aparencias, o inaparente é o mais certo. Estamos inseridos num quotidiano que revela muito pouco a sua identidade...ou não. Podemos ve-lo de muitas prespectivas, no entanto culmina sempre no mesmo “ aparente “ potencial enganador da nossa ingenua mentalidade de seres pouco vividos que enchem a boca para falar silenciosamente “ da voz da experiência”.
Acredito pouco nas pessoas, ainda para mais quando sinto que a maior parte delas quer seguir lemas e formas de estar ( que não são o delas ) como subterfúgio do medo que têm dentro de si.
Eu não sou assim.
Já me enfiei de cabeça e bati com ela. Sentei, Sofri e chorei. Todavia sou assim...transparente, sincera. Tenho uma forma de estar diferente no habitual, provavelmente é essa a razão pela qual grandes amigas me criticam. Sou espontanea, apaixonada. Gosto das coisas que me fazem sentir bem e, por mais pequenas que sejam, dou-lhes imenso valor. Ja ouve tempos em que o meu coração falava acima de qualquer razão, agora andam em sintonia. Á medida que o tempo passa sou mais ponderada mas nunca deixando de parte a minha verdadeira essência. Apaixonada pelo que me faz sorrir, feliz, pelo que me completa e me faz crescer.
Este foi o tema da minha conversa.
Porque é que as pessoas tendem a por de parte coisas que as podem fazer felizes, mesmo que primeiramente sintam receio? Será que não ficam com a mesma sensação de insatisfação com que fico? Por exemplo, a sensação de jogar pelo seguro. ( imaginemos...não vou fazer isto pq não devo...embora possa!) Ora caramba.... não falo em roubar, matar, fazer mal a alguém mas, na verdade, até isto se pode fazer! Negar o que nos pode fazer feliz não é um acto ético...é um acto estupido! Roubar, matar, querer mal ao outro...isso sim é por em relevo toda a ética apreendida por nós.
A vida só se vive uma vez. Se formos passar a vida toda a afastar as coisas que não temos a certeza absoluta que não nos vao magoar, vamos ser uns frustrados pois vamos acabar por por de parte todas as coisas de que provém o nosso espanto. O espanto pela vida. Se nos mantivermos constantemente abertos á ideia de vermos a vida de maneiras novas, vamos acabar por ir de encontro com todos os milagres que estão á nossa volta. Quanto mais abertos estivermos, melhor vemos o que está em nosso redor.
Gosto e quero pensar que é assim que a vida tem de ser vista. Como uma Coisa Boa que só nos traz coisas boas e, se algo de mal vier pelo caminho ainda vou mais além: “O que não nos mata, torna-nos mais fortes” logo, para quê tanta dúvida, medos e recalcamentos? Como li um dia :
“ Fica quieta, em silêncio. Ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te e vai onde ele te levar”. Susana Tamaro, vai onde te leva o coração.


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